quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sai a Primeira foto de Evans como Capitão América!!!

Depois de tanta espera sai a primeira foto do Evans vestindo o manto sagrado de Steve Rogers!
A revista Entrtainment Weekly divulgou a imagem.


Ainda no desespero por esse filme e mais fotos paro hj por aqui!!

Thiago Fagundes!!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Quadro comparativo de um rock and roll que eu não me encaixo mais...

 Ontem:

1. Vimos John Lennon Mudar o comportamento do mundo com seus apelos à paz.
2. Vimos Robert Plant ser expulso de casa por querer ser uma astro do rock.
3. Vimos ( no Brasil ) os Secos e Molhados desbundar os rostos moralistas.
4. Vimos ( no Rio Grande do Sul ) O Bixo Da Seda, O eterno foguete de luz.
5. Vimos os Mutantes enfiar na cara dos militares a tal guitarra elétrica.

Hoje:

1. Vemos Justin Bieber.
2. Vemos Lady Gaga.
3. Vemos ( no Brasil ) o Restart.
4. Vemos ( no Rio Grande do Sul ) uma disputa de bandas para ver quem tem o melhor cabelo.
5. Vemos uma juventude que não luta por nada.

Trilha sonora: A idade do Louco ( Banda Matuskela ).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Jornal inglês vaza foto do uniforme e veículo do filme Capitão América - O Primeiro Vingador!

Nas imagens temos um dublê com o uniforme, e sem tratamento de imagem, mas ja dá para sacar como será. E ainda temos os veículos e agentes da Hidra.

Estou ansioso por esse filme!!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Quase em primeira mão...Eis o Lanterna Verde!!

A Entertainment Weekly acaba de divulgar a primeira imagem de Ryan Reynolds no uniforme do Lanterna Verde. A revista coloca o herói na capa da sua já tradicional matéria publicada na semana da Comic-Con.

O filme contará como Hal Jordan se tornou um dos Lanternas Verdes, integrantes de uma tropa que jurou manter a ordem no Universo, policiando galáxias - um equilíbrio que periga ruir com a ameaça do inimigo Parallax. O roteiro é de Greg Berlanti, Michael Green, Marc Guggenheim e Michael Goldenberg. A direção, de Martin Campbell.

Ryan Reynolds (Hal Jordan), Blake Lively (Carol Ferris), Peter Sarsgaard (Dr. Hector Hammond), Mark Strong (Sinestro), Jay O. Sanders (Carl Ferris), Temuera Morrison (Abin Sur), Taika Waititi (Tom Kalmaku), Angela Bassett (Amanda Waller) e Tim Robbins (senador Robert Hammond) estão no elenco.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Um Salve ao velho guerreiro!!

Autor de clássicos absolutos do cancioneiro rocker do Rio Grande, a citar Nova América, Nosso Lado Animal, Rockinho, Tempo Feiticeiro, Bixo-da Seda, Força Interior, Trem, e a mais que unânime Campo Minado (consagrada na versão do Bandaliera), Marco Antônio Figueiredo (ou Marco Antonio Luz - carece de fontes) não é apenas esta figura única, poeta formidável e inigüalável como poucos, e referência incontestável p'ra maior parte da música rebelde que se criou no estado desde o finzinho dos anos 60... o homem é o próprio Rock Gaúcho... pois, efetivamente e sem dúvida qüalquer, foi a partir de seus trabalhos que tal termo se forjou... ...a história começa no bairro IAPI, zona norte de Porto Alegre, lá pelos idos de 1967... junto a Mimi e Marcos Lessa (guitarras), Pekos ''Pássaro'' (baixo) e Edinho Espíndola (batera), Fughetti integra o grupo Liverpool Sounds, mais tarde apenas Liverpool, que após se classificar no II Festival Regional de Música Popular com o tema ''Por Favor Sucesso'', grava em 69 um genial LP que leva este título, misturando o Rock inglês, Folk-Rock, alguns toques da então vigente ''Tropicália'' e doses generosas de pura psicodelia... a sonoridade deste trabalho é muitas vezes comparada os som dos Mutantes de Rita Lee e Arnaldo Baptista... ...após a dissolução desta formação, Fughetti vai p'ra Europa a fim de se escapar da repressão militar, onde tem contato com as grandes bandas que despontavam por aqueles dias do começo da década de 70, a fase mais criativa pela qüal o Rock já passou... assite a coisas como Yes, King Crimson, e enqüanto de passagem por Amsterdan sua mulher da a luz à sua filha Shanti (ver o tema dedicado no disco, faixa 9)... volta com a cabeça cheia de idéias... ...1973, e otra vez em Poa, se junta a seus antigos parceiros do Liverpool p'ra uma nova banda, onde desta vez o Rock'n'Roll básico viria ainda mais marcado pelas influências progressivas da época, formidáveis variações rítmicas, flertando também com o emergente Hard Rock, mas sem nunca deixar de lado a sua veia psicodélica característica... já era o ano de 1976 qüando a banda, (então formada por Fughetti na voz, Mimi Lessa e Pekos ''Pássaro'' nas guitarras, Edinho Espíndola na batera, Marcos Lessa no baixo, mais Renato Ladeira fazendo os teclados) vai tentar a sorte no Rio de Janeiro, ganha respaldo tocando em diversos festivais, conseguindo com isso um contrato p'ra gravar seu estupendo LP Estação Elétrica... e uma coisa deveras curiosa é como a tacanha censura em voga naquele tempo não se encarnou nem no nome da banda, nem na letra de seu tema principal: ''Bixo da Seda'', uma clara alusão ao hábito de enrolar um baseado e deixar a mente fluir... ´´...Bixo, dá seda... me deixa enrolar... Bixo, dá seda... quero voar com você... dentro dessa gente maneira, que consegue ver!...´´ ...três anos después, os irmãos Lessa e o batera Edson Espíndola começam a acompanhar As Frenéticas como banda de apoio, e com isso era o fim de uma das formações mais originais da história do legítimo Rock Nacional... tio Fugha volta então p'ro velho pago, e monta mais alguns projetos, as bandas Laranja Mecânica e Bobo da Corte, antes de começar a se dedicar ao trabalho solista, sempre evoluindo sua forma muy peculiar de escrever e passar suas idéias... além de tudo, entre os 80 e 90, ainda foi ''padrinho'' de diversos outros grupos, compondo temas memoráveis p'ra bandas como Câmbio Negro, Guerrilheiro Anti-Nuclear, A Barata Oriental, Taranatiriça, e a já citada Bandaliera... ...a poesia do Fughetti Luz sempre se caracterizou por mesclar os ideais hippongas ao qüotidiano da realidade urbana brasileira... exaltando sempre a juventude, o sentimento de rebeldia e a contestação, seus versos são repletos de gírias e expressões características, promovendo uma fácil identificação com qüalquer um, em qüalquer tempo que seja... simples, e tremendamente profundos, atingem de cheio todos aqueles que não se conformam com a caretice e a alienação sempre vigente entre as grandes massas... ...até onde se sabe, Fughetti, apesar de ser uma criatura urbana, hoje vive tranqüilo em algum rincão do interior do estado, curtindo a vida em Paz bem do seu jeito, ao lado de sua esposa Zefa.

Vale a pena procurar, um grande ser humano e professor de todo o rock feito à partir dos anos 70!

sábado, 10 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Filme do Capitão América para 2011...

Em tempos de anti- imperialismo ianque, um velho caudilho volta a cena, o nosso querido e ético Capitão América!!
Já temos a arte conceitual do uniforme e elenco pronto, o papel de Steve Rogers fica com Chris Evans (Quarteto Fantástico), e tem ainda Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hugo Weaving (Caveira Vermelha), Tommy Lee Jones (General Chester Phillips), Hayley Atwell (Peggy Carter), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Dominic Cooper (Howard Stark), Neal McDonough (Dum Dum Dugan), Stanley Tucci (Dr. Abraham Erskine) e Toby Jones (Arnim Zola).

Joe Johnston  dirige Capitão América: O Primeiro Vingador, que estreia em 22 de Julho de 2011.

Seria Bush o culpado pela queda dos Heróis americanos e a ascensão dos Animes?

To esperando curioso e ansioso esse filme!

É meu herói favorito, e ética não aprendi com Hegel, mas sim com Steve Rogers!!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Rock Rural que eu tanto amo...

O rock rural nasceu da junção do folk-rock e das sonoridade regionais nacionais, que, no início dos anos setenta, fundiram-se sob o clima e o comportamental hippie que envolvia parte da juventude brasileira.

POR FERNANDO ROSA 
Transformando-se em estilo musical, o rock rural foi marcado pelo pioneiro mix rock-erudito-regional do grupo O Terço, pelo lado pop dos mineiros do Clube da Esquina e pelo folclore de diversas regiões do Brasil. Evidenciando a "transa" da época, entre os diferentes gêneros, a revista/jornal Rolling Stone trazia em meados de 1972 enorme entrevista com o "rei do baião" Luiz Gonzaga em suas páginas.

Mas a mistura já vinha sendo germinada desde meados dos anos sessenta, expressa em diversas intervenções e gravações, algumas delas praticamente desconhecidas. O tropicalismo, de certa forma, em canções como 2001 (com Os Mutantes, ou mesmo com Gilberto Gil), abriu as portas para o encontro do rock - e da guitarra elétrica - com todas as formas da música nacional, incluindo as manifestações mais tradicionais.

Antes disso, por volta de 1966, o maestro Rogério Duprat e Chico de Assis já tinham tentato desenvolver a fórmula juntamente com o grupo O'Seis, o pré-Mutantes. Ainda sem o devido valor, os brasilienses Os Primitivos, por outro lado, já produziam em 1967 um mix de rock à la Byrds com clássicos do folclore como Mulher Rendeira, Luar do Sertão e Asa Branca. E, no VI Festival Internacional da Canção Popular, realizado em 1971, Zé Rodrix acendeu a luz do candiêro com a canção Casa No Campo, acompanhado pelo grupo Faia, depois regravada por Elis Regina, e transformada em clássico da música brasileira.

Espécie de pais da invenção, o trio Sá, Rodrix & Guarabira foi o primeiro grupo a chamar a atenção com a novas mistura sonora, com os álbuns 'Passado, Presente e Futuro' e 'Terra', lançados em 1972 e 1973, respectivamente. O primeiro trazia as músicas 'Zepelim', 'Ama Teu Vizinho', 'Juriti Butterfly', 'Hoje Ainda é Dia de Rock', 'Cumpadre Meu' e o hino 'Primeira Canção da Estrada', hits do rock brasileiro dos anos setenta. Com uma bela e ecológica capa, 'Terra' reunia outros clássicos como 'Os Anos 60', 'Blue Riviera', 'Pendurado no Vapor' e 'Mestre Jonas', especialmente, que afirmaram a presença do trio - depois dupla: Sá & Guarabira - no cenário musical até hoje.

Autores do clássico álbum 'Em Busca do Ouro', lançado em 1972, o grupo Ruy Maurity Trio também merece estar entre os precurssores do gênero. Liderado por Ruy Maurity, irmão do pianista Antônio Adolfo, o grupo produziu um dos maiores sucessos do rock rural e do início dos anos setenta - a canção 'Serafim e Seus Filhos'. Inicialmente com uma sonoridade mais tradicional, o grupo teve vida curta, cedendo lugar para a carreira solo de Maurity, que gravou diversos álbuns e produziu trilhas para novelas.

Os pernambucanos Quinteto Violado com seu disco homônimo de estréia, por sua vez, inauguraram um nova ponte entre as sonoridades regionais - desta vez, a nordestina - com o rock, além daquela engendrada pelo triunvirato Alceu Valença-Zé Ramalho-Geraldo Azevedo e, mesmo, Raul Seixas. Trazendo uma longa versão de 'Asa Branca', o disco lançado em 1972 abriu o caminho para outros grupos, mais roqueiros, ou mais tradicionais, como Banda de Pau e Corda, Quinteto Armorial, Santarén e o psicodélico Ave Sangria - de Marco Polo, Ivinho e Paulo Raphael.

Com mais peso para o samba e para o frevo, os Novos Baianos também botaram pitadas do rock rural em seu caldeirão, especialmente com o super-hit 'Preta Pretinha', presente no clássico 'Acabou Chorare', de 1972.

O gênero encontrou igualmente guarida em outros estados e regiões do país, além de Minas Gerais e Nordeste, especialmente no Rio Grande do Sul, São Paulo e Bahia.

No Sul, destacaram-se o trio Inconsciente Coletivo, o grupo Almôndegas - de onde saiu a dupla Kleiton & Kledir, e ainda o pouco conhecido grupo Os Tápes, que produziu em seus dois únicos álbuns - lançados pelo selo Marcus Pereira - um som voltado para o resgate das sonoridades indígenas regionais.

Em São Paulo, o interiorano Paranga (de quem o grupo Cokeluxe regravou 'Bobão', em versão rockabilly), o urbano Flying Banana (liderado por Passoca) e os "latinos" Tarancón e Raíces de América foram os responsáveis pelo desenvolvimento do gênero.

Na Bahia, liderados por Capenga e Gereba, despontou o Bendegó, um dos mais importantes e criativos grupos dos anos setenta - de onde saíram Vermelho e Hely para formar o 14 Bis que, em parte, sustentou sua carreira na herança do rock rural dos anos setenta.

No início dos anos oitenta, alguns grupos seguiram produzindo bons discos na linha do rock-regional-hippie-rural, como os brasilienses Mel da Terra e Por do Sol, o gaúcho Saracura (que tinha o Tangos & Tragédias Nico Nicolayweski entre seus integrantes), o matogrossense Tetê & Lírio Selvagem (liderado por Tetê Espíndola), o catarinense Grupo Expresso e, ainda, o paranaense Blindagem (com sonoridade estradeira e letras ecológicas de Paulo Leminski).

Em meados dos anos noventa, grupos como Cascabulho, Skeik Tosado e Comadre Florzinha (só de meninas), trataram de retomar o caminho aberto por Odair Cabeça de Poeta nos idos dos setenta, atualizando as sonoridades regionais nordestinas. O álbum Baião de Viramundo, lançado em 1999, reunindo, além dos acima citados, outros como Otto, Nação Zumbi e mundo livre s/a, fechou o século pagando tributo a Luiz Gonzaga que, segundo Raul Seixas, era primo-rítmico de Jerry Lee Lewis.

Mas, além da influência dos sons eletrônicos, alguns grupos ainda aventuraram-se a retomar a velha fórmula, com destaque para o gaúcho Cowboys Espirituais, formado por Julio Reny, Frank Jorge (ex-Cascavelletes & Graforréia Xilarmônica) e Márcio Petraco (ex-TNT). Em um belo álbum lançado pelo selo Trama, recheado de violões, steel guitars e harmonias vocais, onde - parafraseando a letra de A Primeira Canção da Estrada (de S, R & G), eles oferecem a velha carona para levar o ouvinte até, pelo menos, a canção mais próxima, longe da poluição sonora que infesta o "mercado" sonoro desta virada de século.

Depois, vieram Os Pistoleiros, donos de um dos melhores discos desta primeira metade de década e, mais recentemente, Vanguart e Supercordas... Mas isso, já história para mais adiante.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Sesc Música apresenta Yanto Laitano em São Leopoldo

No dia 24 de junho, o rock e o MPB do espetáculo “Horizontes e Precipícios”, de Yanto Laitano, será apresentado em São Leopoldo. A apresentação, que integra a programação do Arte Sesc – Cultura por toda parte, acontecerá às 20 horas, no Museu do Trem (Rua Lindolfo Collor, 61), com apoio da Secretaria Municipal da Cultura e SEMAE. A entrada é franca, mas sugere-se a doação de 1 litro de leite que será revertido a instituições municipais através do Clube Maturidade Ativa de São Leopoldo.
Yanto Laitano é mestre em música pela UFRGS, produtor, compositor de trilhas sonoras premiadas e já tocou com artistas como Armandinho, Charles Master e TNT. Entretanto, ele é mais conhecido pela música “Meu Amor”, um clássico do rock gaúcho, sucesso nas rádios e em festivais como o “Planeta Atlântida”. Agora, Laitano está lançando seu novo disco Horizontes e Precipícios com canções que falam de amor e existencialismo com acidez e ironia. O som é um rock sem guitarras, que mistura rock dos anos 70, jazz e música brasileira e é tocado por um trio de piano, baixo e bateria cuja sonoridade impressiona. A turnê passará por São Leopoldo, Montenegro, Gravataí, Bento Gonçalves e Farroupilha. Mais informações através do site www.sesc-rs.com.br/artesesc.
Sobre o Sesc/RS - Com 63 anos de atuação, o Sesc/RS é uma entidade privada, mantida pelos empresários do setor terciário, que tem como objetivo principal a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e da comunidade em geral. No Rio Grande do Sul, o Sesc é um dos braços operacionais do Sistema Fecomércio-RS e está presente em mais de 450 municípios com atividades sistemáticas em áreas como a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aqui serão bem-vindos todos os que de alguma forma resistem!
Esquerdistas, músicos, poetas, loucos, malditos...

É uma troca de cultura, uma forma de arrastar mais gente para o "lado negro da força"!!

Um abraço;

Thiago Fagundes